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Prefeitura do Recife abre vacinação contra a gripe para todos os moradores da cidade

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Larissa Lima

Vacinação Recife - Foto: Andrea Rego Barros

A partir desta quinta-feira (12), a Prefeitura do Recife passa a disponibilizar a vacinação contra a gripe para todos os moradores da cidade. Para isso, o município irá utilizar as cerca de 200 mil doses remanescentes da Campanha Nacional de Imunização contra a Influenza, que teve início no dia 12 de abril. A vacina estará disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, nas 150 salas de vacina da Secretaria de Saúde (Sesau). Até o momento, foram aplicadas 360.947 doses da vacina, o que representa 54,62% da meta de 90% de cobertura vacinal, estipulada pelo Ministério da Saúde (MS). 

A decisão de vacinar todos os moradores do município contra a gripe foi pactuada em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), depois que o MS autorizou a ampliação do público para além dos grupos prioritários. Como a cidade ainda não atingiu a meta estipulada pelo órgão federal, é importante destacar que, mesmo com a abertura da vacinação para a população em geral, as pessoas incluídas nestes grupos específicos devem procurar os postos para receber a dose. Somando todo o público-alvo, de todas as etapas da campanha, são mais de 645,2 mil pessoas aptas para serem imunizadas na capital pernambucana.

Para agilizar a vacinação, a Secretaria de Saúde do Recife recomenda que os usuários levem um documento de identificação, a carteira de vacinação e o cartão SUS (se tiverem esses dois últimos).

Por recomendação do MS, a vacina contra a covid-19 deve ser priorizada e, por isso, é indicado que as pessoas dos grupos elegíveis concluam o esquema vacinal antes de receber a vacina contra influenza. Além disso, deve ser respeitado um intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas anticovid e gripe.

A vacina contra a gripe não tem eficácia contra o novo coronavírus, mas a imunização auxilia os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para covid-19, já que alguns dos sintomas podem ser parecidos com os da gripe. O objetivo é reduzir as complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções provocadas pelos vírus Influenza, e também desafogar os serviços de pronto atendimento.