Exposição

Carnaval de Joana Lira junta Som na Rural e Flaira Ferro na festa Chuva de Brilho

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A artista gráfica Joana Lira preparou uma programação especial para a última semana da exposição “Quando a vida é uma euforia”.

A mostra, que apresenta a cenografia criada por Joana, exclusivamente para o Carnaval do Recife segue até o dia 17 de março, no Centro Cultural Cais do Sertão.

Para se despedir com chave de ouro, a artista preparou uma programação paralela, com três dias de atividades gratuitas, que conta com rodada de conversas e shows.

A primeira ação acontece nesta quinta (14), a partir das 16h, no Auditório É do Povo. Na ocasião haverá uma roda de conversa com Joana Lira e com a curadora Mamé Shimabukuro, com tema “o percurso como processo e o processo como percurso”.

No sábado (16) acontece a festa de encerramento “Chuva de Brilho”, a partir das 16h, no Espaço Umbuzeiro. A festa recebe o Som na Rural de Roger de Renor e os shows da cantora Flaira Ferro e dos percussionistas Maurício Badé e Lucas Prazeres.

O projeto Eletrobike, do VJ Mozart, também estará na programação na sexta (15) e no sábado (16), dando vida aos personagens carnavalescos de Joana na Rua Mamede Simões, no Marco Zero e no Cais do Sertão.

 

Acessibilidade

“Quando a vida é uma euforia” garante do momento da abertura, às 9h, até seu encerramento, às 17h, a presença de dois interpretes de libras e libras tátil, para atender ao público com deficiência.

A exposição preparou uma programação especial que tem início no vão do Centro Cultural Cais do Sertão, o Espaço Umbuzeiro, e segue para a Sala São Francisco, no segundo andar, sempre com a companhia de um dos mediadores, que apresenta ao convidado, os contraste que cada núcleo carrega, através dos recursos auditivos e visuais que são evidenciados em todas as etapas da exposição. 

O local conta com fones de ouvido espalhados por toda a exposição, reproduzindo depoimentos de Joana Lira, Ariano Suassuna, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Tereza da Costa Rego, Lula Cardoso Aires e Vicente do Rego Monteiro sobre a obra da artista.

Em um espaço no chão, estão alguns instrumentos percussivos sobre três tapetes de palha redondos; uma alfaia, um atabaque, uma caixa, um surdo, um gonguê e dois fones de ouvido, que proporciona ao visitante o contato direto com as raízes da sonoridade do carnaval recifense.

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